Cada um pode fazer a sua parte

05/06/09 Cada um pode fazer a sua parte

Um movimento global, de responsabilidade e compromisso de governos, reverbera silenciosamente entre atitudes individuais, como a da consultora de RH Lignalva de Carvalho.

Em 1972 era institucionalizado o “Dia do Meio Ambiente”. Resultante de uma conferência promovida pela Organização das Nações Unidas (ONU) para a discussão das ações globais sobre o meio ambiente.
Participaram desse encontro 113 países e 250 organizações não governamentais que colocaram em pauta as já visíveis degradações ao meio ambiente causadas pelo homem.
O 5 de junho foi – ao lado de planos da ONU para corrigir o problema – um produto dessa reunião que tinha como objetivo recordar a humanidade sobre as causas que levam a situações como: a poluição do ar, do solo e da água; o desmatamento; a diminuição da biodiversidade e da água potável ao consumo humano; a destruição da camada de ozônio; a destruição das espécies vegetais e das florestas; e a extinção animal.
Passados 37 anos, inúmeras instituições ligadas à Educação, os órgãos da imprensa e os milhares de amantes da natureza abrem espaço na sua rotina com a finalidade de contribuir com as instituições idealizadoras dessa data para manter viva essa discussão.
Lignalva de Carvalho, consultora de RH da Padaria Real, é uma das pessoas que abraçou a causa fazendo o que de mais precioso uma pessoa pode realizar com relação a este movimento de amplitude mundial: a sua parte.
Entre a sua rotina diária, que compreende pequenas ações como separar o lixo, carregar no carro sacolas para utilizar no supermercado, tomar água no mesmo copo por pelo menos dois dias, ela ainda se preocupa com a conscientização da comunidade onde vive. “Como educadora, acho que é o mínimo que devo fazer”, afirma Lignalva.
No 5 de junho deste ano, ela pede a reflexão sobre a necessidade de impressão e cópias xerográficas, ressaltando a importância de cada um fazer a sua parte. E optou por comunicar sua mensagem por meio do correio eletrônico, método que também é coerente com o seu pedido.
“Se, com este e-mail, eu conseguir mudar o comportamento de uma só pessoa já estarei satisfeita, pois essa poderá me ajudar a conscientizar outras pessoas, como fiz com ela. Mas também acredito que uma ação isolada não resolve esse trabalho, tem que ter uma constante”, pondera Lignalva.